“Uma comunidade sem memória é uma comunidade doente”. O alerta foi deixado por Catarina Tente, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, nas IV Jornadas de Arqueologia de Vouzela-Lafões, que tiveram lugar em Vouzela, nos dias 28 e 29.
“Arqueologia de Montanha” foi o mote da edição deste ano e a docente falou de um território “desafiante”, mas que é também identidade para quem o habita e estuda.
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